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De Estagiário a CEO

Por Fabrício Lima · CEO Power Tuning · Agosto de 2026 · LinkedIn ↗ · YouTube ↗

Não é uma série só de conquistas. São os perrengues, os “nãos” e as escolhas que ninguém vê no LinkedIn.

Comecei em 2002, na véspera de me inscrever no vestibular, e vou até hoje. Ainda tenho 20 anos de história para contar.

2002
a escolha
37/40
passei por pouco
2006
1º SQL Server
3x
salário ao efetivar
15
dias na função crítica
01

A escolha da profissão

2002

Não tinha sonho com TI e ninguém na família da área. Nem computador em casa eu tinha. Na véspera de me inscrever no vestibular, olhei os cursos de exatas e computação foi o que mais me chamou atenção.

Ler o episódio 01 ↗

Não vai ser todo mundo que vai ter a carreira que sonhou desde pequeno. E trocar de carreira depois é cada vez mais comum: na Power Tuning tem ex-vendedor e ex-desenvolvedor entre os melhores DBAs da casa.

02

Os primeiros anos de faculdade

2003 a 2005

Passei em 37º de 40 vagas. Por 3 pessoas não repeti o ano inteiro. Cheguei numa turma onde muita gente já trabalhava na área e sofri um bocado nas primeiras matérias de programação.

Ler o episódio 02 ↗

No meu caso foi mais esforço do que talento. Passei longe de ser o Neymar da computação.

03

O início da minha carreira

2005 e 2006

Fui reprovado numa vaga de estagiário de desenvolvimento. Uma semana depois, a mesma empresa me chamou para outra entrevista, agora na área de Banco de Dados. E o banco da casa era 100% SQL Server.

Ler o episódio 03 ↗

Um NÃO que me deixou triste por alguns dias
pode ter feito surgir a Power Tuning.
Se tivesse passado

Desenvolvimento exige muito contato com o cliente. Em 2014, atender remoto assim não era comum.

O que aconteceu

Banco de dados se atende remoto: pego o acesso, deixo rápido em 20 horas e entrego. Foi assim que vieram meus primeiros clientes.

04

As primeiras semanas com SQL Server

2006

Primeiro dia em janeiro de 2006, numa área que trabalhava 100% com banco de dados sem eu nunca ter logado em um. O treinamento foi um livro de SQL Server em inglês e sete dias sozinho. Três meses depois eu era Analista de Banco de Dados I.

Ler o episódio 04 ↗

Chamei a responsabilidade sem ter certeza de que ia conseguir. Foi a melhor decisão que tomei naqueles três meses.

05

A função de 1.500 linhas e o pesadelo das faturas

2006 a 2008

Dois anos escrevendo T-SQL todo dia. Refiz a função de limite de cartão com a chefe de férias e ninguém para revisar: 1.500 linhas viraram cerca de 600, validadas contra a base inteira. E convivi com a rotina de faturas que me acordava de madrugada.

Ler o episódio 05 ↗

Se tem uma pessoa só que sabe da rotina crítica da sua empresa e é ela que acorda de madrugada quando o job falha, esse é o seu maior risco operacional. Não é o servidor. É a pessoa.

Próximo episódio · 06

De curioso a DBA

Enquanto eu era analista, tinha um DBA na empresa e eu sentava do lado dele tentando acompanhar tudo. Conto como saí de curioso incomodando o DBA para assumir a cadeira. E a tarde em que a empresa inteira parou com o gestor de TI do meu lado esperando eu resolver.

Ainda tenho 20 anos de história para contar.

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E você? Já tomou um NÃO que te levou para um caminho melhor do que o SIM teria levado? Ou já teve uma rotina crítica que te tirava o sono todo mês? Comenta aí.

Abraços,
Fabrício Lima
CEO e fundador da Power Tuning